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Governança para a sua empresa

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Quando um negócio começa a expandir é o momento ideal para que se pense na possibilidade de implementar, na sua empresa, um sistema de governança corporativa. Ele é bastante eficaz pois ao ganhar mercado e/ou ampliar a sua estrutura, notará que os seus processos e fluxos de informação se tornarão cada vez mais complexos. Nesse sentido, a estratégia mais eficaz para que o seu negócio continue a prosperar é aderir a um novo modelo de organização para que as coisas não saiam do controle. Nesse post iremos explicar como a governança corporativa pode ajudar você, gestor, a organizar melhor a sua companhia, bem como a manter as partes interessadas no negócio satisfeitas. São condições essenciais para que a organização chegue ao tão sonhado sucesso, alcançando, assim, uma posição de maior destaque no mercado. Em tempos como esse, em que a economia é globalizada, a concorrência é cada vez maior em uma escala local e global também.

Conhecendo a governança corporativa e as suas principais característicasConhecendo a governança corporativa e as suas principais características

A governança corporativa pode ser definida como um sistema composto por processos, condutas, costumes e políticas. É a partir desse sistema que a empresa é administrada, incentivada e monitorada. Contempla, também, o alinhamento dos interesses dos stakeholders. Assim sendo, as práticas de governança corporativa não visam a busca pelo lucro a qualquer custo, mas sim satisfazer todos aqueles que se interessam pelo seu negócio (stakeholders). As partes interessadas internas são os gestores e colaboradores e os interessados externos são os fornecedores, investidores, credores, órgãos públicos e a comunidade que é impactada pelas ações da sua empresa.

Nesse sentido, o  compromisso com os interesses de todos os grupos de pessoas interessadas, sendo elas internas e externas, necessita que a governança corporativa seja sinônimo de transparência. Boas práticas de governança corporativa demandam que as informações sobre o negócio sejam disponibilizadas para os stakeholders, mesmo que não haja um regulamento que exige isso. Dessa forma, o princípio da transparência é um dos pilares da governança corporativa, e, então, deve-se atentar-se às estratégias que garantem tal transparência. Algo que deve ficar claro, também, é que, ao contrário do que muitos pensam, a governança corporativa não é um sistema voltado apenas a empresas de capital aberto.

De que forma a governança corporativa pode contribuir?

De que forma a governança corporativa pode contribuir?

Como ressaltamos, não são apenas as organizações de capital aberto que podem se beneficiar da governança corporativa. É verdade que, a depender do porte da empresa, os desafios são distintos, mas em quaisquer tipos de empresas os desafios e problemas podem ser melhor enfrentados quando se faz uso da governança corporativa. Mesmo no caso de negócios de família, isto é, em que aspectos como a gestão atribuída para a próxima geração, a proteção de ativos, a formalização dos processos, o acesso à informação aos sócios que não participam da gestão etc., a governança corporativa pode ser bastante vantajosa. Independentemente do tamanho e da área de atuação da sua empresa, a performance diária será melhor quando agrega-se valor ao negócio a partir de um sistema organizado, uma vez que contribui para com a longevidade da organização.

Pilares da governança corporativaPilares da governança corporativa

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) apresenta alguns princípios que viabilizam a implementação da governança corporativa nos mais diversos negócios. Trata-se do principal órgão sem fins lucrativos sobre a temática aqui apresentada. Eles são quatro e serão apresentados a seguir:

  • Transparência: como apontamos, a transparência é essencial em todo e qualquer tipo de negócio. Um sistema de governança corporativa necessita de uma gestão transparente e tal transparência deve ser percebida por todas as partes interessadas. Assim sendo, as informações a serem disponibilizadas não dizem respeito, apenas, ao desempenho econômico-financeiro do negócio, e, desse modo, fatores tangíveis e intangíveis que norteiam a gestão da companhia e que podem ser de interesse dos stakeholders devem ser apresentados de forma detalhada e precisa;
  • Equidade: o segundo pilar que guia a governança corporativa é a equidade. Além da necessidade de que todas as partes interessadas no negócio devem ter o acesso às informações que possam ser de seu interesse, é preciso, ainda, que esses dados recebam um tratamento justo e igualitário. Atenção: não esqueça de contextualizar aspectos como os direitos, deveres, expectativas, necessidades e interesses de cada um dos interessados, tenha ele participação ou não no seu negócio. A justiça é a palavra-chave quando se pensa em equidade;
  • Accountability (também conhecida como prestação de contas): o terceiro princípio que norteia a governança corporativa, conforme aponta o IBGC, é a prestação de contas. Enquanto a transparência está ligada mais à proatividade da empresa em relação a manter os stakeholders bem informados, a accountability é uma responsabilidade mais latente, e, assim, é preciso que a prestação de contas seja apresentada de forma compreensível e tempestiva, devendo, ainda, assumir, de forma integral, as consequências dos seus atos. O princípio em questão existe em razão da necessidade de se reduzir as situações de desconfiança, bem como evita-se abusos por parte dos sócios e administradores;
  • A responsabilidade corporativa: o quarto e último princípio que guia as práticas de governança corporativa é a responsabilidade corporativa. De acordo com o IBGC este princípio estabelece que os responsáveis pela governança corporativa devem atuar para reduzir as externalidades negativas da empresa, prezando, dessa forma, por estratégias capazes de potencializar o desempenho do negócio. Nesse sentido, algumas atitudes são fundamentais para que a responsabilidade seja atingida, como, por exemplo, o zelo pela viabilidade financeira das operações e a manutenção dos seus diversos capitais, sejam eles financeiros, humanos, sociais, ambientais, intelectuais, relacionados à reputação, dentre outros. Deve-se, portanto, pensar a curto, médio e longo prazo.

Ater-se a esses quatro princípios, básicos e essenciais às boas práticas de governança é de suma importância. Caso esteja em dúvida sobre como colocá-los em prática, contate o Grupo Tozzi, será uma honra ajudar você, gestor, nessa missão.

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