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Tão logo um novo escândalo relacionado a crimes econômicos e fraudes se torna
assunto principal dos jornais, a mídia toma para si o papel de alertar os riscos dos
crimes cibernéticos, sempre salientando que as maiores responsáveis pelo
crescimento deste tipo de delito são as inúmeras e elaboradas ferramentas
tecnológicas que dificultam, e muitas vezes, até impossibilitam a identificação dos
responsáveis.
Ora, se é verdade que os avanços no campo da tecnologia se refinam a ponto de
servir para fins escusos a exemplo daqueles acima citados, também é necessária
reconhecer que o brilhante trabalho de programadores, desenvolvedores e analistas
ao redor do mundo vêm contribuindo sobremaneira para a concepção e
aperfeiçoamento de sistemas e processos informatizados cada vez mais seguros.
A essa reflexão, devemos somar o fato de que, por trás de grandes crimes
cibernéticos, existe o envolvimento direto ou indireto de funcionários ou
colaboradores da empresa. Em diversas ocasiões, o conhecimento que as pessoas,
inclusive membros do alto escalão da organização, adquirem sobre a forma como os
sistemas operam, as brechas que existem tanto na parte técnica, quanto na rotina
daqueles que zelam pela segurança da informação, são peças-chave no momento em
que golpes e operações fraudulentas são idealizados.
Partindo dessa premissa, é fundamental repensarmos o foco da discussão
quando o assunto é segurança corporativa. O trabalho da Comissão de Direito
Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP apresenta dicas úteis, diretas e
claras, para que empresários e gestores possam incrementar ou mesmo iniciar um
trabalho de prevenção de risco eletrônico em seu ambiente corporativo e
empresarial.
Importante ressaltar que as informações e dados a serem apresentados nas
próximas páginas incluem discussão e análise da abordagem mais atual para combater
crime cibernético: a compreensão dos esquemas usados por sócios, e (até)
funcionários para viabilizar tais delitos.

Para ler mais, acesse o PDF completo pelo link a seguir:  Seguranca_Corporativa_Guia_de_Referencia

 

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Terceiro Setor
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Formado em Administração de Empresas pela FGV é também graduado em Ciências Contábeis e MBA Executivo Internacional, na FIA e mestre em Administração de Empresas com ênfase no Terceiro Setor pela PUC-SP. Contador e auditor e sócio da TOZZI – TERCEIRO SETOR, empresa especializada na prestação de serviços para entidades do Terceiro Setor.

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