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Trabalho intermitente, parcial e teletrabalho já devem ser informados ao Caged

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Contadores, fiquem atentos ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, porque deverão ser repassadas as informações sobre a contratação de funcionários trabalho intermitente e teletrabalho, modalidades criadas pela Reforma Trabalhista, que entrou em vigor em novembro.

Na última sexta-feira (1º), o governo lançou o novo layout do sistema, no qual incluiu também a possibilidade de informar sobre trabalho em tempo parcial, que sofreu alterações na reforma, e desligamento por acordo entre empregado e empregador.

Detalhes das alterações e o novo formulário eletrônico estão disponíveis no portal do Caged.

O Caged

Vale lembrar que o Caged registra os processos de admissão e de dispensa de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A partir dessas informações, é possível acompanhar e fiscalizar o mercado de trabalho. Ele é utilizado, por exemplo, pelo Programa do Seguro-Desemprego para conferência de dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais.

O Caged deve ser enviado mensalmente ao Ministério do Trabalho e Previdência Social até o sétimo dia do mês subsequente ao mês de referência das informações ou até a data de admissão. Sempre que a empresa realizar uma dessas ações, deverá enviar as novas informações ao ministério, via internet.

Fonte: Sindicato dos Contabilistas de São Paulo

http://www.sindcontsp.org.br/menu/noticias-sobre-o-sindcont-sp/id/54556076/

Filme “Um Novo Capitalismo” inspira e reflete sobre os negócios de impacto social no mundo

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Um cenário incoerente parece marcar o mundo atual: 63 pessoas no mundo concentram a mesma riqueza que as 3,5 bilhões mais pobres do planeta. Os dados do relatório da organização OXFAMchocam e, se formos olhar os resultados do Brasil, a situação não é diferente: apenas seis pessoas no Brasil possuem a riqueza equivalente ao patrimônio dos 100 milhões de brasileiros mais pobres. E mais: os 5% mais ricos detêm a mesma fatia de renda que os demais 95%. Ao mesmo tempo, iniciamos o ano de 2017 com mais de 16 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.

Se os dados são alarmantes, não é possível paralisar. Mas, o que fazer para construir um mundo mais justo diante dessa imensa desigualdade social? Um grupo de amigos e empreendedores decidiu ir atrás de entender possíveis alternativas e novas tendências para reverter esse quadro. A ideia, que surgiu há 10 anos, se concretiza em 2017 com o lançamento do filme “Um Novo Capitalismo”, que estará disponível a partir do dia 30 de novembro no Brasil e na América Latina, dentro das plataformas digitais NetNow, GooglePlay, Itunes, Vivo Tv e VideoCamp (veja aqui o trailer oficial).

“Qual o legado a gente quer deixar para o mundo? Que tipo de sociedade a gente quer construir para ser mais sustentável e mais inclusiva?”, provoca Antonio Ermínio de Moraes Neto, co-produtor e idealizador do filme e co-fundador da Vox Capital, o primeiro fundo de investimentos de impacto do Brasil.

O longa-metragem, produzido pela Talk Filmes e pela Dois e Meio Inteligência em Negócios Sociais, conta a história de cinco empreendedores sociais do Brasil, da Índia e do México que encontraram uma alternativa: construir um novo capitalismo, mais justo e humano. Criadores de empresas com impacto social, eles acreditam que é possível ter negócios lucrativos e ao mesmo tempo acabar com a pobreza no mundo.

Assim, o filme busca discutir também a fronteira do lucro e do im­pacto social e como eles podem cami­nhar lado a lado. Negócios sólidos de diferen­tes escalas nas áreas de saúde, educação, microcrédito e moradia buscam mostrar que existem empreendimentos alinhados com seu coração social que estão impactando positi­vamente diversas pessoas.

“Ao longo dos últimos anos, e nas viagens de produção, pudemos perceber os avanços que os negócios sociais estão causando nas diferentes realidades que visitamos. Não se trata de uma responsabilidade só dos negócios, as transfor­mações acontecem entre os setores, e com a força de todos”, diz Priscila Martoni, produtora executiva do filme e sócia da Talk Fil­mes.

Segundo Nina Valentini, uma das idealizadoras do filme e sócia da Dois e Meio, negócios com escala estão mudando a vida das pes­soas de baixíssima renda, e em temáticas de muita relevância e é preciso dar luz a eles.

“O que queremos é que estas histórias possam inspirar novos empreendedores, principalmente o público jovem, para que se engajem. E também gerar reflexão, de como fazemos as nossas escolhas de carreira e no dia a dia das empresas. É preciso pensar fora da caixa, sair dessa dicotomia do lucro e do impacto, e realmente ver o que é preciso fazer para transformar a vida das pessoas que precisam de acesso, de oportunidades. Claro que os negócios sociais não vão resolver todos os problemas do mundo, mas eles têm sim um papel relevante e precisamos alavancá-los”, diz Nina.

Entre as histórias inspiradoras no longa-metragem está a da Terra Nova, uma empresa social que trabalha com a mediação de conflitos humanos para a Regularização Fundiária Sustentável de áreas urbanas particulares ocupadas irregularmente. Desde 2001, o negócio de impacto vem realizando trabalhos de regularização com a missão de dar acesso ao título de propriedade e melhorar a qualidade de vida de comunidades que vivem em assentamentos precários no Brasil e indenizar proprietários de terras em litígio. Hoje, presente em três estados brasileiros, a organização regulariza mais de 2,5 milhões de m² de áreas urbanas particulares, contribuindo para o desenvolvimento de diversas comunidades.

Por meio da mediação dos interesses entre proprietários e ocupantes, e respeitando as diretrizes urbanísticas e ambientais ditadas pela legislação vigente e pelos órgãos competentes, a Terra Nova elaborou um modelo de intervenção que busca resolver conflitos de terra de forma pacífica, permitindo que as famílias envolvidas obtenham, por si mesmas, acesso ao título de propriedade dos lotes onde vivem, garantindo assim que a propriedade cumpra sua função social.

“Com as novas tecnologias, acesso a informação, a capacidade de colaboração, a econo­mia compartilhada e a economia criativa, o poder começa a ir para o indivíduo. A gente tem que caminhar para um modelo onde as pessoas determinam as soluções para os seus problemas. E você ter plataformas, não só tecnológicas, mas plataformas de oportunidade, permite que as pessoas criem a própria solução para os seus problemas. É essa a essência do negócio social”, discute André Albuquerque, fundador do Terra Nova, durante o filme.

Outro case contado no vídeo é da Geekie, empresa certifica pelo Sistema B, criada em 2011, que desenvolve tecnologias (aplicativos e plataformas) de ensino para facilitar a aprendizagem, adaptando o conteúdo para o aprendizado personalizado. Desde a sua criação, mais de 5 milhões de alunos já tiveram contato com as ferramentas, sendo reconhecida como uma das seis tecnologias educacionais mais inovadoras do mundo.

Avanços e oportunidades

No Brasil, o campo de negócios de impacto tem avançado nos últimos anos, com a chegada de novos atores ao ecossistema e fortalecimento de algumas ações, como a criação da Força Tarefa de Finanças Sociais.

Segundo o criador da Vox Capital, o setor viu novas gestoras de patrimônio passando a fazer investimentos em negócios de impacto ou se transformando em “100% de impacto”, como a Wright Capital. Além disso, os fundos de venture capital também tem aumentado a proporção de investimentos para negócios de impacto ou migrando para também serem “100% de impacto”, como a Performa Investimentos.

“O ano de 2017 no país também está sendo marcado pela entrada mais relevante do governo no setor, com envolvimento de diversos ministérios e secretarias no tema, a partir das recomendações feitas pela Força Tarefa de Finanças Sociais do Brasil, que integra também o conselho global para investimentos de impacto, liderado pelo Reino Unido e composto por 13 países membros”, comenta.

Em relação ao movimento global, Antonio Ermínio de Moraes Neto também é otimista e diz que 2017 trouxe alguns movimentos interessantes no mundo dos negócios de impacto. “No cenário internacional, do ponto de vista de investimento (especificamente no chamado investimento de impacto), além de diversas fundações fortalecendo seus investimentos na área (como a de Mark Zuckerberg e as famílias ligadas à rede The ImPact), cada vez mais atores tradicionais têm entrado no setor. Por exemplo, o TPG, um dos maiores gestores de Private Equity do mundo, levantou $1.2 bilhão do patrimônio de seus clientes, entre eles Bono Vox e Richard Branson”, completa o investidor.

Na avaliação de Nina, é preciso disseminar, portanto, ainda mais estas práticas para que de fato possam ganhar escala. E, para isso, será preciso ampliar o investimento, dedicação, conhecimento e apoio aos empreendedores. “Há muito espaço para novos empreendimentos sociais. O setor está se consolidando”, acredita.

Congresso GIFE

Discutir os novos caminhos para a democracia e as possíveis contribuições do investimento social privado também é uma proposta do 10º Congresso GIFE, que será realizado de 4 a 6 de abril de 2008. O tema central desta nova edição do evento será: “Brasil, democracia e desenvolvimento sustentável”.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas neste link. Até o Congresso, o GIFE irá promover uma série de debates online sobre as temáticas que irão nortear as discussões. O próximo será no dia 28 de novembro, sobre os desafios de doar no Brasil. Faça aqui a sua inscrição e participe.

Fonte: GIFE

Filme “Um Novo Capitalismo” inspira e reflete sobre os negócios de impacto social no mundo

Acordo de cooperação com quatro ONGs será assinado pelo TCU para incentivar o controle social

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Duas ações marcam a passagem do Dia Internacional de Combate à Corrupção no Tribunal de Contas da União (TCU): a assinatura de acordo de cooperação técnica com organizações não governamentais (ONG) para o fomento do controles social, e o lançamento da Carta ao Controle Social. Os dois eventos são simultâneos e ocorrem nesta sexta-feira (8), a partir das 15h, no anfiteatro do Instituto Serzedello Corrêa (ISC), a escola de governo do TCU, em Brasília (DF).

O acordo multilateral envolve as ONGs Amigos Associados de Ribeirão Bonito, Observatório Social do Brasil, Instituto de Fiscalização e Controle e Transparência Brasil. O objetivo é promover o treinamento, o intercâmbio de conhecimento e as ações de participação da sociedade na fiscalização dos atos públicos.

A expectativa do Tribunal, expressa na Carta ao Controle Social, é que esse processo de colaboração permita maior capilaridade das ações de fiscalização, potencializando melhores resultados para a sociedade. A intenção é ampliar os espaços e a efetividade de iniciativas de participação da sociedade nas atividades a cargo do TCU.

O documento que será assinado formaliza o acordo e prevê o desenvolvimento das competências de controle social como treinamentos, encontros, seminários; aperfeiçoamento dos canais de comunicação entre os participantes; intercâmbio de conhecimentos, informações e pesquisas; participação no processo de planejamentos das instituições signatárias; ações conjuntas no sentido de avaliar, orientar e monitorar a gestão pública; e divulgação dos resultados dos trabalhos realizados em conjunto.

Carta

A Carta ao Controle Social é uma publicação que divulga de forma simplificada os serviços prestados pelo Tribunal. Ela será distribuída ao terceiro setor e disponibilizada no Portal da Corte de Contas. Nela, é possível encontrar informações sobre como registrar manifestações e acessar dados produzidos pelo TCU; além de instruções sobre como tirar certidões negativas, consultar a jurisprudência, participar dos cursos oferecidos pelo Instituto Serzedello Corrêa, entre outras finalidades.

Ela também informa os nomes, as siglas, os endereços e os telefones das unidades do TCU nos Estados; e os canais eletrônicos disponíveis para consultas, a exemplo do Portal e das redes sociais com atuação do Tribunal de contas da União.

Fonte: Grupo Orzil

https://www.orzil.org/noticias/acordo-de-cooperacao-com-quatro-ongs-sera-assinado-pelo-tcu-para-incentivar-o-controle-social/

O Programa TechSoup Brasil

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A fim de dar sustentabilidade às ações de doação, dos softwares da Microsoft, Bitdefender e Symantec, o valor mínimo total para cada pedido deve ser igual ou maior que R$ 100,00.

Programa TechSoup Brasil é uma iniciativa da ATN – Associação Telecentro de Informação e Negócios em parceria com a TechSoup Global Network. Muitas organizações sem fins lucrativos e de benefício social mundial prestam suporte às comunidades necessitadas e populações subatendidas, possibilitando uma mudança social positiva. Acreditamos que essas organizações podem ter impacto ainda maior através do uso adequado de tecnologia. Isto requer assistência na obtenção, utilização e manutenção de ferramentas.

Para oferecer suporte em Tecnologia da Informação para organizações sem fins lucrativos, realizamos o Programa TechSoup Brasil de Doação de Licenças de Software. Como parte do compromisso com este setor, empresas como Microsoft, Google, Symantec, Box, Autodesk, Adobe, Bitdefender, Tableau e CleverReachutilizam a nossa plataforma para efetuar doações de licenças de software, ajudando assim a estruturar organizações em diversos países. As organizações se beneficiam da consolidação de muitos programas de doações em um único ambiente integrado, com uma vasta gama de informações sobre colaboração e apoios prestados pela TechSoup e suas organizações parceiras.

A TechSoup é uma das maiores e mais conceituadas agências de assistência tecnológica sem fins lucrativos dos Estados Unidos. Desde 1987, a TechSoup.org serve como um centro de recursos de tecnologia, proporcionando uma riqueza de tecnologia da informação e apoio a entidades sem fins lucrativos e de caridade em todo o mundo.

A cada mês, a TechSoup recebe mais de 400.000 visitas de organizações em mais de 110 países. Estes visitantes vêm buscando tecnologia da informação, suporte e uma comunidade ativa para assuntos do setor. Os programas da TechSoup estão agora disponíveis localmente em muitos países através de uma crescente rede de organizações parceiras.

Fonte: TechSoup Brasil

https://www.techsoupbrasil.org.br/about

 

eSocial será implantado em cinco fases a partir de janeiro de 2018

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O Comitê Gestor do eSocial anunciou nesta quarta-feira (29) o cronograma de implantação do programa, que será implantado em cinco fases a partir do primeiro semestre de 2018. Neste primeiro momento, a medida é voltada para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões anuais, que passam ter a utilização obrigatória do programa a partir de 8 de janeiro de 2018. Esse grupo representa 13.707 mil empresas e cerca de 15 milhões de trabalhadores, o que representa aproximadamente 1/3 do total de trabalhadores do país.
A implantação em cinco fases também será adotada para as demais empresas privadas do país, incluindo micros e pequenas empresas e MEIs que possuam empregados, cuja utilização obrigatória está prevista para 16 de julho do ano que vem. Já para os órgãos públicos, o eSocial torna-se obrigatório a partir de 14 de janeiro de 2019. Quando totalmente implementado, o eSocial reunirá informações de mais de 44 milhões de trabalhadores do setor público e privado do país em um único sistema.
Conforme explicou o assessor especial para o eSocial, Altemir Linhares de Melo, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (29), em Brasília, o envio de obrigações pelas empresas em etapas para o eSocial é uma resposta do governo às solicitações realizadas pelas empresas e confederações participantes do projeto com o objetivo de garantir segurança e eficiência para a entrada em operação do programa. No entanto, Altemir enfatizou que o eSocial está 100% pronto para implantação e que a adoção do faseamento foi uma forma de garantir uma entrada em produção mais amena e facilitar a adaptação das empresas ao projeto.
As empresas que descumprirem o envio de informações por meio do eSocial estarão sujeitos a aplicação de penalidades e multa. Mas o assessor garantiu que o foco do programa não é a penalização, mas garantir o ingresso de todo o mundo do trabalho do país no ambiente tecnológico do eSocial e, sobretudo, estimular o ambiente de negócios do país.
Além disso, Linhares destacou a importância do eSocial sobre dois aspectos: “o programa amplia a capacidade de fiscalização do Estado e melhora a formulação de políticas públicas do país, já que o governo contará com uma informação única, consistente e de validade”, enfatizou.
Confira abaixo o cronograma de implantação:
Etapa 1 – Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões
Fase 1: Janeiro/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
Fase 2: Março/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: Maio/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
Fase 4: Julho/18: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada
Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador
Etapa 2 – Demais empresas privadas, incluindo Simples, MEIs e pessoas físicas (que possuam empregados)
Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
Fase 2: Set/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: Nov/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
Fase 4: Janeiro/19: Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social) e compensação cruzada
Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador
Etapa 3 – Entes Públicos
Fase 1: Janeiro/19 – Apenas informações relativas aos órgãos, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas
Fase 2: Março/19: Nesta fase, entes passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos servidores e seus vínculos com os órgãos (eventos não periódicos) Ex: admissões, afastamentos e desligamentos
Fase 3: Maio/19: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
Fase 4: Julho/19: Substituição da GFIP (guia de informações à Previdência) e compensação cruzada
Fase 5: Julho/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador
Entenda o eSocial 
Obrigatório no país a partir de janeiro de 2018, o eSocial será a nova forma de prestação de informações do mundo do trabalho que entrará em vigor no Brasil e integrará a rotina de mais de 18 milhões de empregadores e 44 milhões de trabalhadores. O eSocial é um projeto conjunto do governo federal que integra  Ministério do Trabalho, Caixa Econômica, Secretaria de Previdência, INSS e Receita Federal.
A iniciativa permitirá que todas as empresas brasileiras possam realizar o cumprimento de suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma unificada e organizada, reduzindo custos, processos e tempo gastos hoje pelas empresas com essas ações.
Na prática, o eSocial instituirá uma forma mais simples, barata e eficiente para que as empresas possam cumprir suas obrigações com o poder público e com seus próprios funcionários. Quando totalmente implementado, o eSocial representará a substituição de 15 prestações de informações ao governo – como GFIP, RAIS, CAGED e DIRF – por apenas uma.
Além disso, o eSocial também não introduzirá  nenhuma nova obrigação ao setor empresarial. As informações que serão encaminhadas ao programa já precisam ser registradas hoje pelas empresas em diferentes datas e meios, alguns deles ainda em papel.
Além dos avanços que traz ao setor produtivo – por meio da redução de burocracia e do ganho de produtividade – o eSocial também beneficiará diretamente a classe trabalhadora, uma vez que será capaz de assegurar de forma mais efetiva o acesso aos direitos trabalhistas e previdenciários.
A exemplo do módulo do eSocial voltado ao empregador doméstico, já em funcionamento desde de 2015, está sendo desenvolvida uma plataforma simplificada que também será direcionada a outras categorias de empregadores como as micro e pequenas empresas, MEIs – micro empreendedores individuais – e segurados especiais, por exemplo.
Fonte: Contabilidade na TV
http://contabilidadenatv.blogspot.com.br/2017/11/esocial-sera-implantado-em-cinco-fases.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=2017_11_29_noticias_contabeis_da_tarde&utm_term=2017-11-30

PORTARIA Nº 64/SMADS/2017 

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PORTARIA Nº 64/SMADS/2017 
FILIPE SABARÁ, SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO 
SOCIAL, no uso de suas atribuições legais e, 
CONSIDERANDO o disposto no artigo 65 do Decreto Municipal 57.575/2016; 
CONSIDERANDO o disposto nos artigos 126 a 128 da Portaria 55/SMADS/2017; 
CONSIDERANDO uniformizar os procedimentos dos convênios entre as OSCs e a SMADS na 
forma de parcerias conforme Lei Federal 13.019/2014, alterada pela Lei Federal 13.204/2015; 
CONSIDERANDO o dever do poder publico de otimizar e desburocratizar procedimentos 
administrativos. 
RESOLVE: 
Art. 1º – Deverão ser adaptados ao regime da Lei Federal 13.019/2014, do Decreto Municipal 
nº 57.575/2016 e da Portaria 55/SMADS/2017, a partir de 1º de janeiro de 2018, os convênios 
celebrados antes de 1º de janeiro de 2017 ou celebrados a partir dessa data, cujos 
chamamentos públicos tiveram apresentadas as propostas até essa data, entre esta Pasta e 
Organizações da Sociedade Civil, constantes no Anexo I desta Portaria, 
Art. 2º – Para que a parceria seja adaptada nos termos do artigo 1º desta Portaria, a 
Organização da Sociedade Civil deverá apresentar: 
I – Plano de Trabalho, nos termos do artigo 15 da Portaria 55/SMADS/2017, conforme minuta 
padrão constante no Anexo 
II desta Portaria; 
II – os documentos exigidos no artigo 22 da Portaria 55/SMADS/2017; 
III – os documentos referentes ao imóvel onde o serviço está sendo prestado exigidos no artigo 
25 da Portaria 55/SMADS/2017; 
IV – novo Demonstrativo de Custeio do Serviço, para aplicação entre 1º de janeiro de 2018 a 30 
de junho de 2018, segundo o novo formulário a ser disponibilizado pelas Supervisões de 
Assistência Social às Organizações da Sociedade Civil. 
§1º – os documentos mencionados nos incisos anteriores que já constarem no processo de 
convênio não precisarão ser reapresentados, salvo se estiverem com sua validade expirada. 
§2º – os documentos exigidos neste artigo deverão ser entregues até 29 de dezembro de 2017 
na Supervisão de Assistência Social responsável pela parceria, mediante comprovante. 
Art. 3º – A Supervisão de Assistência Social responsável pela parceria deverá, até 31 de 
janeiro de 2018: 
I – verificar se todos os documentos exigidos no artigo 2º desta Portaria foram entregues, bem 
como verificar a regularidade fiscal e trabalhista da Organização da Sociedade Civil, com a 
consulta dos documentos elencados no §1º do artigo 22 da Portaria 55/SMADS/2017; 
II – designar e fazer publicar os Gestores das Parcerias e os membros da Comissão de 
Monitoramento e Avaliação, nos termos do artigo 35 da Portaria 55/SMADS/2017; 
III – convocar a Organização da Sociedade Civil para assinatura do termo de adaptação, 
conforme Anexo III desta Portaria, caso constatada a regularidade da documentação 
apresentada. 
Parágrafo único – caso a Supervisão de Assistência Social responsável pela parceria verifique 
que algum dos requisitos de adaptação não tenha sido atendido, deverá notificar a 
Organização da Sociedade Civil para regularização no prazo de 10 dias a contar do 
recebimento da notificação, sob pena de início de procedimento de rescisão da parceria. 
Art. 4º – As parcerias adaptadas nos termos desta Portaria poderão ser prorrogadas pelo 
tempo máximo de 60 meses a contar da data de vigência indicada no termo de convênio, e não 
da data da adaptação para parceria, devendo ao final deste período ser iniciado o 
procedimento de chamamento público para substituição da parceria. 
Art. 5º – As parcerias adaptadas nos termos desta Portaria passarão a ser regidas conforme o 
termo de colaboração constante no Anexo IV desta Portaria. 
§ 1º – Para observância do disposto no Capítulo V, Seções I e III, da Portaria 55/SMADS/2017, 
as Organizações da Sociedade Civil deverão providenciar abertura de conta corrente e conta 
poupança individualizadas para cada parceria, em instituição financeira pública para depósito 
dos repasses a partir de 1º de janeiro de 2018. 
§ 2º – As Organizações da Sociedade Civil deverão apresentar o saldo existente em 31 de 
dezembro de 2017 nas atuais contas relativas às parcerias a serem adaptadas nos termos 
desta Portaria, por meio de extrato bancário, devendo o referido saldo ser transferido para as 
contas individualizadas mencionadas no parágrafo anterior até 30 de abril de 2018. 
§3º – Enquanto não efetuada a transferência do saldo remanescente da conta anterior, deverá 
ser obrigatoriamente utilizado os valores da nova conta, salvo em caso de necessidade de 
pagamento de despesas rescisórias e de insuficiência do fundo provisionado existente na nova 
conta. 
§ 4º – A DEMOFIM referente ao mês de dezembro de 2017 deverá ter seu saldo integralmente 
transportado para a DEAFIN referente ao mês de janeiro de 2018, efetuando as adaptações 
que se fizerem necessárias. 
§ 5º – Para fins de prestação de contas parcial das parcerias adaptadas nos termos desta 
Portaria, fica excepcionalmente estabelecido que o semestre terá início em 1º de janeiro de 
2018, devendo o último período de referência para prestação de contas ser adaptado ao fim da 
vigência da parceria. 
Art. 7º – Ficam extintos os formulários DEMOFIN e DEGREF ANUAL a partir de 1º de janeiro 
de 2018. 
Art. 8º – Esta Portaria entrará em vigor na mesma data da sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário.

Fonte: Diário Oficial da Cidade de SP

https://www.imprensaoficial.com.br/Certificacao/GatewayCertificaPDF.aspx?notarizacaoID=334f7d8e-e482-437c-abff-8f390f6cbf3f

NAT GEO RECEBE INSCRIÇÕES P/ PROJETOS ATÉ 03/10/17 E 03/01/18

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PRAZOS ATÉ 03/10/17 E 03/01/2018

The National Geographic Society está recebendo propostas para apoio a iniciativas na área de conservação, educação, pesquisa, storytelling (contar histórias) e tecnologia.

VALOR

Até 30 mil dólares.

OBJETIVOS DO EDITAL

– ampliar os limites de exploração para aumentar a compreensão do planeta;

– “empoderar” a comunidade global para gerar soluções para um futuro mais saudável e sustentável.

Além do edital geral, estão abertos mais quatro editais:

– cidades sustentáveis

– migração animal de longa distância

– conservação de grandes gatos

– sistemas polares em transformação

Para mais informações (apenas em inglês) visite o site da NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY

Fonte: Capte-me

http://capteme.com.br/site/2017/10/01/1471/

E-book – A Gestão do Terceiro Setor e suas Funcionalidades

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Tem sido um grande prazer ministrar o curso de extensão patrocinado pela Fundação Salvador Arena.

Oriento os alunos na pesquisa e desenvolvimento de algum projeto para a melhoria nas organizações onde atuam e finalmente divulgam os seus trabalhos em forma de artigo como contribuição para a geração de conhecimento no Terceiro Setor.

Este e-book é uma coletânea de treze excelentes artigos. Confira

Para fazer o download gratuito do e-book informe seu nome e e-mail que enviaremos em seu e-mail

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Site conecta patrocinadores a projetos sociais

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O site Prosas tem como objetivo conectar patrocinadores a projetos sociais. Este site beneficiará ambas as parte, pois ajudará as entidades a serem descobertas por pessoas ou empresas dispostas a patrocinarem seus projetos, e facilitará para que os patrocinadores encontrem com mais facilidade organizações que compartilhem dos mesmos ideais.

Fonte: Prosas

https://prosas.com.br/

Gestão de ONGs e captação de recursos

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No Brasil, estima-se que exista mais de 300 mil ONGs. Para que essas instituições se mantenham ativas é necessário um planejamento estratégico que contemple, entre outras coisas, um bom plano de captação de recursos.

No nosso programa de TV do dia 22 de novembro, recebemos José Alberto Tozzi, autor dos livros ‘S.O.S. ONG’ e ‘ONG Sustentável – um guia para organizações do terceiro setor’.

O programa foi ao ar pela TVABERTASP, canais 9 da NET, 8 da Vivo Fibra e 186 da Vivo.

Fonte: Observatório do 3º Setor

http://observatorio3setor.org.br/media-center/videos/gestao-de-ongs-e-captacao-de-recursos/